terça-feira, 15 de setembro de 2009

Uma carta para mim.


São Vicente, 20 de setembro de 2009.

Minha cara Cris.

Estou te escrevendo para te contar algumas fatos incríveis que aconteceram em minha vida, espero sinceramente que possa te ajudar na tua jornada.

Lembra quando decidi largar a escola e ir embora de casa? Naquela época eu tinha 15 anos...nossa, foi incrível, todo um Mundo inteirinho a minha frente, como eu poderia ficar dentro de uma sala de aula medíocre, onde professores medíocres só ensinavam coisas imbecis?
Você lembra disso?
Fui embora para São Paulo na companhia do homem da minha vida, terminei o Ensino Médio, passei no vestibular e entrei para a Faculdade de Psicologia. O máximo não!! Ainda no primeiro ano de faculdade fiquei grávida e tranquei a matricula. Até ai tudo bem, só que depois nunca mais passei nem pela porta de uma faculdade. Mas, segui em frente, porque não se deve ficar parado. Fiquei viúva com minha filha de 9 meses, voltei para casa de minha mãe e fui trabalhar. Conheci um novo homem da minha vida e fui cuidar dessa nova vida que se iniciava, já de cara com mais duas crianças, agora eu tinha 3 filhas. Faculdade? Nem pensar. Trabalhar fora? Nem pensar...mas eu fui mesmo assim. Trabalhei muito para ajudar o homem da minha vida, e aos poucos fui deixando de lado alguns sonhos. Quando eu pensava neles, vez ou outra, eles já não tinham a mesma força de antes, nem a mesma cor...agora meus sonhos estavam desbotados e fracos.

A quarta filha chegou e a familia cresceu mais ainda com a vinda de um neto. Nesse momento eu cresci. Amadureci de uma hora para a outra. Vi a dor e o desespero de perto...minha filha só tinha 15 anos, lembra dela? E já estava com um bebê nos braços!!!
Percebi que, o que nos faz crescer, o que nos torna mais experientes e conscientes diante da vida decididamente é a dor e o sofrimento.
Nesse momento de amadurecimento, descobri que tinha muita coisa pra realizar ainda, eu que me sentia fraca, me fortaleci, afinal alguém precisava de mim, alguém precisava que eu fosse mais que mãe, mais que cozinheira, mais que uma simples faz tudo em casa.


Nessa época, eu pensava que todos os dias eram iguais, e procurava fazer aquilo que as pessoas esperavam que eu fizesse: frequentava a igreja aos domingos, cantava no coral, ia as reuniões de pais e filhos na escola, nunca criava problemas com meus vizinhos, nem causava problemas ao homem da minha vida. Tinha uma vida tranquila...e vazia!
Nada era produzido por mim, nem minhas idéias. Eu sempre me utilizava das idéias alheias, acatando cada opinião como se fosse a única, tudo para mim era universal, e quando um calor me aquecia o peito, fosse numa cena de novela, na página de um livro, em um poema ou em um rosto estranho...eu tratava logo de afastar essa sensação, essa calor. Ia procurar na segurança da minha casa a paz dos meus sentimentos. E o vazio se tornava cada vez maior.


Ah minha cara Cris, mas dentro da gente mora um vulcão e quando ele entra em erupção fica dificil segurar a lava ou mesmo desvia-la. E o tempo é que nos mostra isso.
O homem da minha vida foi cuidar da vida dele, e eu tive que aprender a cuidar da minha e de mais cinco pessoas. Essas pessoas com o tempo também aprenderam a cuidar de suas vidas e a casa foi ficando grande demais para quatro, para tres, para duas...e conheci o terceiro homem da minha vida.


Dessa vez chamei ele pelo nome, desconfiei desse calor desconhecido que se instalava no meu peito, verifiquei cada palavra dita e desconfiei das que foram escritas, contive a ânsia e o desejo. Mas a parte que eu deveria ter sido desde muito tempo, tomou conta de mim, virei quase outra mulher, arrisquei, fechei os olhos, peguei as filhas que ficaram, os meus sonhos descoloridos, as minhas plantas e mudei minha vida - novamente.
Agora, tenho algumas certezas:
Este é o homem da minha vida,
Minhas filhas aprenderam a viver mais cedo e mais rápido que eu na idade delas,
Tenho sonhos...os velhos que voltam com mais força e os novos que chegam cheios de alegrias e esperanças,
Não vivo mais a vida dos outros e nem sou aquilo que esperam de mim, sou aquilo que me apraz ser,
Tenho minha própria opinião e adoro discutir isso,
Em primeiro lugar aquilo que eu sou, aquilo que eu quero, aqueles que eu amo,
Do segundo lugar em diante ficam as coisas que eu ainda não sei, aquelas que ainda preciso aprender a aceitar, as que ainda não vivenciei.

Dessa trajetória, mudaria o fato de ter acreditado em idéias que não eram as minhas, batalharia pela minha especialização, seguiria o que dizia o meu coração naquele momento.

Não trocaria por nada, a chegada de cada uma das mulheres da minha vida, pois foi através delas que aprendi a me conhecer, me valorizar e me amar, nem o terceiro homem da minha vida, pois foi com ele que aprendi a acreditar no amor e a desenvolver a capacidade de amar.

Que esta carta possa fazer dos teus dias, dias mais claros. Que você aprenda que encurtar distâncias não é o melhor caminho, pois só aprendemos a ser nós mesmos depois de viver cada dia que nos foi concedido!

Um abraço especial, de quem te ama muito.
Cris.

Você cuida do seu meio ambiente?


Estamos em uma época de grandes preocupaçãoes e cuidados com o meio ambiente, por todo lado tem avisos, em toda rede tem anúncios sobre os cuidados que devemos ter com a natureza e tudo mais.
O que você esta fazendo?
Já parou para pensar nisso?
Muitas vezes um ato simples executado diariamente pode obter grandes resultados no meio ambiente. E se, o seu ato único causa um resultado desses, imagine todos nós juntos, contribuindo para a melhoria do nosso Planeta.

Se você ainda não tem a menor idéia de por onde começar a ajudar a salvar o Planeta, ou pelo menos a tua cidade, o livro 1001 Maneiras de Salvar o Planeta de Joanna Yarrow, apresenta sugestões variadas para proteção da Terra. Algumas são simples e implicam em meras modificações nos hábitos pessoais.

Outra forma de adquirir conhecimento sobre a questão são os sites dos mais variados que se encontram dicas, idéias, sugestões, conselhos, tudo para que tenhamos mais consciência ambiental e ecológica.

Leia e pratique esssa ação. O Planeta agradece!!


1001 Maneiras de Salvar o Planeta
Autora: Joanna Yarrow
Editora: Publifolha
Páginas: 384
Quanto: R$ 34,00
Onde comprar: nas principais livrarias, pelo telefone 0800-140090.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Auto consideração!!


As vezes, acordamos com a sensação de que algumas coisas estão erradas: profissão errada, família errada, caminho espiritual errado, sentimentos errados e assim por diante.

Acredita-se que somos o resultado de nossas experiências ao longo de nossa existência, e que todas as nossas escolhas são feitas levando em conta o nosso potencial, então como pode, de repente tudo parecer fora do lugar? Como alguém pode acordar achando que esta na vida errada? De onde vem esses sentimentos amargos, esta sensação de que nós mesmos fizemos tudo errado?

Será que tem dia que a gente não consegue nem organizar nossa própria vida? O que nos falta? Competência?


O jeito é considerar a nossa carência, procurar saber lá de dentro o que realmente esta faltando no nosso dia a dia, tentar suprir e aceitar as "ofertas" do mercado, garantias profissionais, garantias espirituais, garantias emocionais.


Tudo começa a ficar "errado" quando ignoramos que somos perfeitos exatamente do jeito que somos. Se nos aceitarmos desta forma, sem julgamentos, sem comparações, sem medidas, encontraremos o caminho.

Porém, se o nosso coração pede mudanças...porque não? Mudemos, mas mudemos com a certeza de estar mudando aquilo que realmente nos faz mal. Em primeiro lugar: tenhamos consideração por nós mesmas.
Vamos rever nossos conceitos. E parar de procurar no alheio um ponto de referência. Aquilo tudo que já vivemos é o que vale, é a nossa base.


Reconheça-se!!

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Violência contra a Mulher!!



A liberdade e a justiça, são um bem que necessita de condições essenciais para que floresça, ninguém vive sozinho. A felicidade de uma pessoa esta em amar e ser amada. Devemos cultivar a vida, denunciando todos os tipos de agressões ou violência sofridas.


Pesquisa: Percepções e reações da sociedade sobre a violência contra a mulher.


Destaques da Pesquisa Ibope / Instituto Avon (2009)
· 55% dos entrevistados conhecem casos de agressões a mulheres
· Com medo de morrer, mulheres não abandonam agressor
· 39% dos que conhecem uma vítima de violência tomou alguma atitude de colaboração com a mulher agredida
· 56% apontam a violência doméstica contra as mulheres dentro de casa como o problema que mais preocupa a brasileira
· Houve expressivo aumento do conhecimento da Lei Maria da Penha de 2008 para 2009, de 68% para 78%
· Maioria defende prisão do agressor (51%); mas 11% pregam a participação em grupos de reeducação como medida jurídica
· Na prática, a maioria não confia na proteção jurídica e policial à mulher vítima de agressão
· 44% acreditam que a Lei Maria da Penha já está tendo efeito
· Para a população, questão cultural e álcool estão por trás da violência contra a mulher
· 48% acreditam que exemplo dos pais aos filhos pode prevenir violência na relação entre homens e mulheres
Leia mais (http://www.patriciagalvao.org.br/)
Na esfera jurídica, violência significa uma espécie de coação, ou forma de constrangimento, posto em prática para vencer a capacidade de resistência de outrem, ou a levar a executá-lo, mesmo contra a sua vontade.


"Existem vários tipos de armas utilizadas na violência contra a mulher, mas nem todos deixam marcas físicas, como as ofensas verbais e morais, que causam dores, que superam a dor física. Humilhações, torturas, abandono, etc, são considerados pequenos assassinatos diários, difíceis de superar e praticamente impossíveis de prevenir, fazendo com que as mulheres percam a referencia de cidadania.
A violência contra a mulher, não esta restrita a um certo meio, não escolhe raça, idade ou condição social.
Toda a mulher violentada física ou moralmente, deve ter a coragem para denunciar o agressor, pois agindo assim ela esta se protegendo contra futuras agressões, e serve como exemplo para outras mulheres, pois enquanto houver a ocultação do crime sofrido, não vamos encontrar soluções para o problema."
(RENATO RIBEIRO VELLOSO)

Textos recolhidos aqui e ali na web sobre violência contra a mulher.
Apesar do aumento do conhecimento da Lei Maria da Penha, infelizmente o respeito a companheira e a vergonha em cometer tal ato não diminuiu entre os homens. A classe continua implacável na questão da violência. No Brasil, a violência doméstica contra a mulher alcança proporções dramáticas. Segundo a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, vinculada à Presidência da República, uma em cada cinco brasileiras sofre algum tipo de violência por parte do parceiro íntimo. Embora inquietantes, os números não são capazes de mostrar, por si só, o grau de brutalidade a que essas vítimas são submetidas. Muito mais mulheres fazem parte de estatísticas, e não são para mostrar aumento de capacidade de produção, aumento de salário para a área feminina, aumento de estabilidade...as estatísticas são comprovadamente as mais tristes: mais violencia contra a mulher, mais quantidade de jovens caem nas drogas ou na prostituição, mais crianças (principalmente meninas) são violentadas a cada ano.
A denúncia ainda é o melhor caminho para coagir a violência.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Re-descobrindo a poesia!!


Gente, eu gosto de escrever poesias, mas não gosto muito de ler poesias.

É complicado...mas a poesia tem que me fazer sorrir ou chorar, tenho que sentir...senão não é poesia pra mim.

E, como de costume, buscando pelas coisas boas da internet, encontrei em uma das comunidades do orkut uma poesia que me fez parar para senti-la:


do amor

não dá de saber

do começo

ou do fim

até aonde irá

ou de como seria

se durasse mais um dia

(Cáh Morandi)


Fui lá no nosso maravilhoso Google e pesquisei pela autora...e re-descobri a poesia!!

Cah Morandi é uma jovem extremamente sensível, o amor se reflete em todas as suas palavras. As vezes parece que sofre desesperadamente, as vezes parece que é imensamente feliz...por pouco, por nada ou por qualquer coisa que faça a diferença no seu dia!


Nem tudo que é vento voa

Nem tudo que é tempo passa

Nem tudo que é medo apavora

Nem tudo que é esperança consola

Nem tudo que é cansaço desanima

Nem tudo que é só isola

Nem todo amigo falha

Nem todo amor fica

Nem todo fogo alastra

Nem toda fome mata

Nem toda hora atrasa

Nem todo corpo casa

Qualquer pouca fé:

Salva.


Boas leituras pra vocês!!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Eu tenho...


...defeitos difíceis de confessar, especialmente a inveja
Texto de Soninha Francine


Tempos atrás, recebi cumprimentos por ter dito, em um programa de televisão, que tenho inveja. (É bom deixar claro: não fui cumprimentada por ter inveja, mas por ter dito). O tema da discussão era “defeitos que as pessoas não gostam de confessar” ­ em contraponto aos populares “sou perfeccionista”, ou “acredito demais nas pessoas”. Não queria mostrar esse meu lado horrível, mas era essa a idéia.
Minha inveja já foi muito pior, mais violenta, e me fazia sofrer amargamente. Não a ponto de desejar o mal para alguém, torcer para que alguma coisa desse errado. Mas volta e meia me pegava pensando com raiva, com amargor: “Por que não eu?”; “Eu também quero!”
Na faculdade, morria de inveja de quem não precisava sair correndo depois da aula para trabalhar. Quem podia escolher o que fazer: ficar no Centro Acadêmico, passar a tarde na biblioteca, nadar, ir ao cinema. Ah, como eu queria... Como me incomodava alguém ter o que eu não podia ter.
Eu me torturava com as festas perdidas, as viagens não feitas, as turmas que não me incluíam. Parecia que o evento perdido tinha sido o mais divertido de todos os tempos ­ mas, até sem perceber, eu tentava desvalorizar o que não estava ao meu alcance: “Ainda bem que eu não fui. Detesto gente bêbada”. (...)

Inveja é um sentimento ruim. Não creio que faça mal a quem é objeto dela, como reza a crença popular, aquela coisa da “secada” ou mau-olhado. Faz mal ao sujeito da inveja. Envenena, intoxica, corrói. Mas, embora ela seja tão incômoda, é dificílimo reconhecer sua presença. Outras emoções aflitivas gozam de certo prestígio: raiva, ciúme... Sentimentos que as pessoas dizem “eu tenho, sim”. Elas têm defensores, até (“o ciúme é o tempero do amor”). A inveja não, ela é condenada em adesivos: “É uma m*”. “Não me inveje, trabalhe”.

Quem quer dizer que tem?
Admitir é um grande passo. Quando reconheci que o “sentimento de injustiça” que me movia era, no fundo, inveja, comecei a brincar com ela. Confessar a dor-de-cotovelo a tornava menos latejante. Até os mestres budistas admitem que sentimentos assim surgem na mente ­ só que eles conseguem não dar bola para eles. Não usam esse combustível.

Será que alguém é completamente livre de inveja? (...) (Soninha Francine)



Achei o texto interessante, e profundo. Será que temos coragem de admitir sentimentos como esse? Geralmente, a inveja é tão amaldiçoada que a gente já vai logo dizendo: a minha inveja é boa...

Uma inveja nunca é boa, mesmo que não seque a planta da vizinha, a inveja não é boa.

Acredito também no que diz a Soninha, que esse sentimento só faz mal para quem tem, o alvo da inveja não esta nem ai para o sofrimento de quem se corrói.

Admitir o sentimento ruim não deveria servir como muleta. O melhor mesmo é tentarmos não dar corda para ele. E entender quando os outros têm inveja da gente. Afinal, ninguém está livre de ter e nem de causar inveja não é mesmo?

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Amizade.


Navegando pela internet, encontramos milhares de sites voltados para esse tema: amizade.
O que consiste esse laço? Como se dá esse relacionamento? O que é amizade para vocês?

Li em algum lugar o trecho a seguir.

”A amizade é relação de companheirismo, relação de encontro, uma combinação de igualdade. Quem é que mantém uma relação de amizade sem sentir uma irmandade, um sentimento de respeito e consideração pelo próximo, pela a amizade em comum?E é no ombro do amigo que muitas vezes nos confortamos, muitas vezes nos revelamos.Abrimos nossos segredos, intimidades, ou seja, confiança e respeito é a base.E por isso que quando esse elo se perde e é rompido, nos sentimos traídos, apunhalados.”

A amizade se baseia principalmente em:

*Confiança: É a base da amizade. Um amigo que não confia no outro não pode ser considerado amigo;
*Lealdade: Fundamental entre dois amigos.
*Coragem: Num momento de perigo ou ameaça contra um amigo não podemos abandoná-lo. A covardia não combina com a amizade;
*Honestidade: Devemos ser honestos não só em todos os nossos atos, mas também com todos nossos amigos. E para sermos honestos com os outros, devemos primeiro ser com nós mesmos.
È muito difícil encontrar tudo isso em um único amigo, mas não impossível.

Janilson Barros do Amaral, escritor, em um de seus artigos sobre a amizade, afirma que geralmente os bons e verdadeiros amigos a gente conhece desde a infância. Eu discordo neste ponto. Já não tenho mais amigos de infância, nem mesmo lembro o nome deles.

As amizades que tenho hoje em dia são todas construídas neste meu momento, algumas tem pouquíssimo tempo, outras alguns anos, mas amigos de infância, não os tenho mais. Quando somos adultos temos mais discernimento em relação aos nossos atos, e aprendemos a ter cuidados ao escolher e entregar ao outro a nossa amizade.

Outro fator importante nesse tema é a amizade entre homens e mulheres. Você tem um amigo homem? Mas, amigo de verdade, daquele que te ouve, te aconselha, mas não te cantou e nem quis te consolar entre lençóis. Essa é uma amizade difícil de se encontrar, porque nos itens que lemos acima eu acrescento Respeito. É extremamente necessário que entre dois amigos (as) exista respeito, e hoje em dia não se pratica mais esse sentimento, o de respeitar o seu semelhante.

Ter amigos é tudo de bom, e mesmo que tenhamos sofrido alguma decepção com algum “amigo da onça”, nunca devemos fechar a porta do nosso coração para as verdadeiras amizades. Como disse o escritor libanês Khalil Gibran:
“Pois o que seria do vosso amigo se apenas o procurásseis para matar o tempo? Procura-o sempre com horas para viver. Pois ele é para preencher vossa necessidade, não vosso vazio”